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A endoscopia digestiva alta é um exame amplamente utilizado para descobrir a causa de problemas digestivos como dores abdominais, queimação e refluxo, entre outros. Por meio do endoscópio (um tubo fino que possui uma microcâmera em sua extremidade), é possível visualizar as paredes do esôfago, estômago e duodeno. Caso sejam observadas alterações suspeitas na mucosa, pode-se colher um fragmento para análise (biópsia) durante o procedimento. O exame permite diagnosticar inflamações como esofagite, gastrite e duodenite; presença de pólipos; tumores; úlceras e varizes esofágicas, entre outros problemas.
No caso da endoscopia digestiva alta com biópsia e teste de Urease (Pesquisa Helicobacter Pylori), além de analisar esôfago, estômago e duodeno, é realizado um teste químico em busca da bactéria Helicobacter pylori (H. Pylori).
Medicações:
Não poderão realizar o exame de colonoscopia ou endoscopia, pacientes que estejam em uso de antibióticos ou que terminaram seu uso, menos de 7 dias antes da data do exame agendado.
Os medicamentos para pressão e anticonvulsivantes podem ser tomados normalmente até 2 horas antes do exame com o mínimo de água possível.
Para as medicações que precisam ser suspensas antes do exame, o cliente deverá consultar o seu médico previamente.
Os medicamentos para diabetes não devem ser tomados (oral ou injetáveis), devido a hipoglicemia.
Pacientes que tomam anticoagulantes devem consultar suspensão com seu médico, pois alguns procedimentos como biópsias ou polipectomias não poderão ser realizados sem a suspensão prévia.
Importante:
Não estar de esmalte;
Não usar joias, brincos, pingentes, piercings e outros adornos de metal;
Mulheres em amamentação devem desprezar o leite ao menos uma vez após a sedação e aguardar no mínimo 24h até a próxima amamentação.
Acompanhante:
As condições acima são indispensáveis para realização do exame.
Mais conhecida como H. Pylori, a Helicobacter Pylori é uma bactéria que se localiza no estômago do ser humano, e é capaz de resistir à acidez do suco gástrico. Estima-se que pelo menos 50% da população mundial seja acometida por esse microrganismo, segundo o Ministério da Saúde. No geral, ela é contraída ainda durante a infância. Embora seja frequente e nem sempre cause doenças, em algumas pessoas, ela pode levar a complicações, como gastrite, úlceras e até câncer.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a Helicobacter Pylori como um agente cancerígeno, além de revelar que 80% dos casos de câncer gástrico poderiam ser prevenidos com a sua erradicação.
Ainda não se sabe o porquê de alguns indivíduos estarem mais vulneráveis aos seus riscos, enquanto outros vivem com a bactéria sem sintomas. A incidência da H. Pylori é maior em países em desenvolvimento, principalmente onde há carência de saneamento básico
Como a H. Pylori é transmitida?
A H. Pylori pode ser transmitida por meio do consumo de água e alimentos contaminados, além do contato com fezes e saliva da pessoa com a bactéria. Dessa forma, maus hábitos de higiene, como não lavar as mãos após usar o banheiro ou antes de preparar as refeições, aumentam a probabilidade de transmissão.
Banhar-se em rios e córregos, beber água de riachos e ingerir vegetais sem cozimento também estão entre os fatores de risco.
Porém, as suas formas de transmissão ainda não são totalmente conhecidas. Vale ressaltar que a H. Pylori foi identificada pela primeira vez apenas em 1983. Desde então, estudiosos têm se empenhado para compreendê-la melhor.
Quais os sintomas da H. Pylori?
A infecção pela H. Pylori costuma ser silenciosa. Normalmente, os sintomas aparecem apenas depois que uma inflamação ou complicação já se desenvolveu. Nesses casos, o indivíduo pode apresentar:
No entanto, esses sintomas também podem ocorrer em outras doenças, o que torna fundamental consultar um especialista para o diagnóstico preciso.
Quem teve H. Pylori pode ter novamente?
A reinfecção pela H. Pylori é pouco comum, uma vez que a infecção inicial ajuda a desenvolver uma proteção no corpo e os adultos possuem boa resistência contra esse microrganismo. Porém, a chance de contrair a bactéria novamente existe, sobretudo se a pessoa não toma os cuidados necessários para preveni-la.
Por outro lado, há pacientes que acreditam terem sido reinfectados pela H. Pylori, mas — na verdade — o tratamento simplesmente não foi suficiente para erradicá-la da primeira vez. Por isso, torna-se essencial o controle da cura, que ocorre a partir de 4 semanas após a finalização das intervenções terapêuticas. Não se recomenda fazer testes antes desse período, buscando evitar resultados falsos-negativos.
Qual tratamento para H. Pylori?
Por ser uma bactéria, o tratamento da H. Pylori se baseia na administração de antibióticos por até 14 dias. Medicamentos para reduzir a acidez estomacal e probióticos para atenuar a colonização também podem ser necessários. Apenas um médico, junto ao paciente, é capaz de indicar a melhor solução para cada caso.
Como em qualquer outro tratamento, a terapia medicamentosa da H. Pylori pode provocar efeitos colaterais, entre eles: sabor amargo na boca, dor de cabeça, náuseas, diarreia e desconforto abdominal. Por isso, o profissional tende a receitar inibidores de bomba de prótons (IBPs) para reduzir as reações adversas.
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